A radiação ultra-violeta exerce um efeito culmulativo na nossa pele durante todos os anos das nossas vidas. Esse acúmulo, especialmente nas chamadas áreas fotoexpostas, ou seja, aquelas que estão expostas no dia a dia (face, “v” do decote, dorso dos antebraços e dorso das mãos) leva aos sinais de fotoenvelhecimento da pele.

Os mais frequentes, principalmente em peles claras, são a formação de pequenos vasos sanguíneos, chamados telangectasias, rugas finas e manchas, tanto esbranquiçadas quanto acastanhadas. Já as manchas de tonalidade mais escuras são mais comuns na pele morena, que têm boa capacidade para se bronzear. Esses efeitos podem ser revertidos alternando-se peelings químicos, que resultam na renovação da pele, após sua descamação, com o tratamentos a laser.

A luz intensa pulsada é um tratamento suave, que trata tanto as manchas acastanhadas quanto as telangectasias. Para um grau maior de envelhecimento , com presença de rugas dispersas pela pele, utilizamos o laser de CO2 fracionado, que apesar de ser um tratamento mais profundo e intenso, é perfeitamente suportável e não necessita do afastamento das atividades diárias, quando realizado próximo ao final de semana.

Como todos esses tratamentos necessitam do afastamento da exposição solar (praia e piscina) por um período mínimo de quatro semanas, essa época de primavera pode ser bem aproveitada para rejuvenescer a pele dos danos causados pela exposição solar cumulativa!

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